Save me Tonight
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postado: segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
título: Lembranças do próximo carnaval (prelúdio de outro amanhã)

O tempo caleja a mão do trabalhador, o cérebro do intelectual e o coração do amante, qual será minha fantasia para hoje?
Meu saudosismo idolatra um passado que não vivi, música, som, cheiro, sabor, seriam estas as minhas lembranças mais recorrentes? Certamente que não, como poderiam? Qual o significado de tudo isso?
Quando existem mais perguntas do que respostas, é hora de parar e refletir sobre tudo. Há algo que me intriga, que fascina, que inebria, toma às rédeas e me conduz à deriva. Sem controle, perco o chão, ouço os passos cada vez mais próximos, audíveis passos ao meu redor, pés descalços de alguém desenxabido, mensageiro de más noticias.
Me entregue o script, mesmo que saiba todas as falas, mesmo que já não hajam mudanças de contexto, de papeis, de roteiro ou de fotografias. Encenamos, dançamos, rodopiamos e ficamos tontos. Encarregamo-nos desta ciranda, onde o fundo era pasmo e seu rosto primeiro plano, onde relegamos a platéia posição coadjuvante. Nesta hora pude ouvir o bater de seu coração.
Depois de tantos ensaios, exaustiva busca da perfeição, este não era o desfecho esperado. Movimento e velocidade, intensos e fatais. Quanto mais rápido se gira, mais o coração acelera, mais tênue se torna a linha entre final feliz e o simples final. Ao fundo a música ainda conforta, lastimável perda, tão repentina.
Deixo esta vida sem entrar para a história.
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postado: segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
título: Um verso só
Empunhar a pena, estender uma folha sobre a mesa, antigamente um hábito, hoje uma das maiores dificuldades. À direita uma bebida qualquer, única companheira neste rústico e obscuro botequim. A mesa ao lado produz fumaça de um cigarro de papel. Tusso, na esperança de opor embargos à situação, mas logo percebo que terei de continuar assim mesmo.
Escrever como maneira de afogar as mágoas é o mesmo que prostituir a crônica, não como fizeram às Gueixas, tampouco à Mistinguett, certamente algo muito mais ignóbil.
E quando seu passado, presente e futuro se entrelaçam em uma dança perniciosa, a ponto de esvair o tino da realidade? Sua presença é sentida, não nego, mas um “impossível” irrompe os lábios. Ontem seria diferente, mas isso importa?
Ora cruz, ora espada, uma épica batalha entre a razão e o coração é travada. O que distingue o amor da paixão, o rancor do ódio, esperança da desilusão? Não faça perguntas das quais já não tenha as respostas, será o mais prudente.
Romper aos paradigmas, já tão arraigados, é uma difícil tarefa, mas entender os motivos que os levam a existir é algo impossível.
O alvorecer e o cantar dos pássaros são a deixa para sonhar. Sem ter escrito nada, coloco um ponto final como quem diz “Está pronto”, talvez esteja talvez sempre esteve, talvez jamais estarei!

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postado: domingo, 3 de julho de 2011
título: Confluência

O barulho do granizo no telhado não é suficiente para reverter o estado absorto em que me encontro agora. A raiva que sinto neste instante é uma emoção fria, repugnante e indigna, admito que fora forte o bastante para me por a chorar, não preciso dizer-te isso veladamente, sou emotivo e verdadeiro, não reprimo o que sinto, quisá tento dissimular.

Não acredito em destino, sinceramente, mas não encontro outra explicação senão esta para o que está acontecendo. Em um novelo emaranhado de variantes complexas como é possível termos tecido a fazenda da mesma maneira, de modo tal a nos trazer até aqui, eu até ti, você até mim. Dentre tantas possibilidades, tantas coisas a fazer, pessoas a conhecer, lugares a visitar e interesses a compartilhar, qual a probabilidade de escolher as minhas escolhas? E qual a de eu escolher as tuas? Aleatoriamente? Tudo isso? Desacredito que seja.

Aquele foi o primeiro dia de nossa história, a segunda noite de inverno e o último momento de nossas incertezas. Ao sentir o calor de seu corpo sabia que tinha de ser você, mas não quis dizer por medo de chocar-lhe em demasia. Passei a Desfrutar de uma tranqüilidade e serenidade inenarráveis para o momento, pois aquilo que busquei por muito tempo, algo que outrora cheguei a duvidar ser passível de existência, agora estava ali, bem na minha frente, em uma distância que sequer era preciso esterçar os braços para trazer junto a mim.

Um flerte neste instante veio-me à cabeça, e reluta em sair dela até a presente data. Tudo tem seu tempo, poderia tê-lo feito antes, poderia desde o início ter compartilhado o que sentia, poderia ter andado como Hermes, O Mensageiro, há um bom tempo, com isto evitaríamos esta situação? Talvez? Mas será que inclusive isto não foi meticulosamente traçado a fim de nos testar? Demonstrar que é, justamente, a exceção a única capaz de comprovar a regra, visto que esta não tem razão de ser sem aquela, e aquela só pode existir pela renitência e pragmaticidade desta.


Éramos apenas você, eu, um pequeno banco e uma chama que insistia em arder intensa e lentamente, entretanto não desei mais nada além disso.


Aquele momento pertenceu tão somente a nós e à história, no mais qualquer outra coisa que se diga não passa de mera especulação e conjectura infundada.

Mesmo hoje, quando fecho bem forte meus olhos ainda posso sentir-te, sentir seus lábios, seu corpo, seu cheiro, sua essência. Entendo-me como sendo parte de ti, sendo a metade de um todo. Percebo que é recíproco quando olho no fundo dos seus olhos, neste momento nenhuma palavra é dita, sequer se faz necessária. 
Deveria ser exímio com palavras, de fato não o sou, se bem que ainda não existe palavra suficientemente bastante para sintetizar o que estou sentindo, em sua falta deixo o silêncio amplificar todas estas emoções. Silêncio este que só é quebrado com um lindo sorriso, e com ele  todas as respostas para minhas indagações e incertezas são encontradas.

Impreterivelmente neste post não haverá citações, sequer aspas, pois todos os fatos aqui descritos são fidedignos e condizem com a minha realidade.


Sabe que é pra ti e só pra ti...
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postado:
título: Amplitude (Sonhos).
O último ônibus acaba de passar e não sei o horário do próximo trem, se bem que para onde vou de nada adiantaria estar em qualquer um deles. Esta é a primeira noite de inverno, não a mais fria, mas certamente a mais exuberante. A estranheza é causada pelo fato de poder andar a pé por alamedas vazias que corriqueiramente são abarrotadas de gente, luzes, carros, poluição e violência.
 Banalizamos o desprezível a ponto de realmente sentir sua falta, reclamamos da rotina diuturna, mas sem ela o que seriamos? Talvez transeuntes solitários de uma realidade irreconhecívelmente familiar. A característica de introspectividade inerente a nós não pode existir em um ambiente como este, sequer seria razoável, por que no fundo busca-se somente ser notado, mesmo que se diga isso ao avesso, percebendo não existir plateia para tão distinta representação, nos resta o quê?
 Somos na verdade coadjuvantes de uma cena sem atores principais, só percebemos a importância daquilo que tanto lamentamos quando o set está vazio. Neste momento até o cidadão maltrapilho, que pela manhã será tido como marginal, serve de companhia. O tão almejado sonho de poder dirigir sem buzinas e congestionamento pode ser realizado agora, entretanto onde estão estas pessoas que, exatas seis horas atrás, estavam a sonhar com isso? Provavelmente estão sonhando com outras coisas irrealizáveis para o momento.
Às vezes passamos horas, dias, meses e até anos construindo algo que durará apenas alguns segundos, sendo que no exato momento de sua concretização não estaremos ali para presenciar tão esplendoroso acontecimento. É como se sonhássemos tão intensamente com algo a ponto de tornar este sonho realidade e, justamente na hora de desfrutar de tal deleite, acordássemos com o despertador indicando serem sete horas da manhã, ou seja, atrasado novamente para sua realidade rotineira.
O impossível não o será para sempre, ele será possível em um momento específico e tão somente naquele momento, caso percas tal oportunidade conviverás com o eterno impossível, caso estejas no local e momento designado para o impossível tornar-se possível, jamais necessitará acordar às sete da manhã e enfrentar a tão temida rotina. Em suma, seus sonhos dependem mais de você do que você depende deles.


Ele tirava troncos de madeira da água e os trazia para a praia. Na areia
molhada, havia plantado meio círculo de troncos próximos uns dos outros, na
altura dos seus olhos. Havia quatro troncos e, quando acordei, vi Tyler puxando o
quinto para a praia. Tyler cavou um buraco sob uma das extremidades do tronco,
levantou a outra, o tronco escorregou para dentro do buraco e lá ficou, levemente inclinado.
Você acorda na praia.
Tyler desenhou uma linha reta na areia, alguns metros à frente. Depois
voltou para pôr o tronco em pé e socou areia ao redor da base.
Só eu estava vendo isso.
Tyler gritou de longe:
— Sabe que horas são?
Eu sempre uso relógio.
— Sabe que horas são? Onde? — perguntei.
— Aqui mesmo. Agora — disse ele.
Eram quatro horas e seis minutos da tarde.
Em seguida, Tyler sentou-se com as pernas cruzadas na sombra dos troncos
plantados. Ficou lá um tempo, levantou, tomou banho, vestiu camiseta e calça
moletom e se pôs a caminho. Eu tinha de perguntar.
Precisava saber o que Tyler ficara fazendo enquanto eu dormia.
Se eu pudesse acordar em outro lugar, numa outra época, seria outra
pessoa?
Perguntei a Tyler se ele era artista.
Tyler ergueu os ombros e mostrou que os troncos eram mais largos na base.
Mostrou o traço que havia feito na areia e disse que usou essa linha para nivelar a
sombra projetada pelos troncos.
Às vezes, você acorda e precisa perguntar onde está.
O que Tyler fez foi a sombra da mão de um gigante. Naquele momento os
dedos eram longos como os de Nosferatu e o polegar muito curto, mas ele disse
que às quatro e meia em ponto as mãos ficariam perfeitas. A mão do gigante
ficou perfeita por um minuto, e por um minuto perfeito Tyler sentou-se na palma
da perfeição que ele próprio criara.
Você acorda e não está em parte alguma.
É só um momento, disse Tyler, você dá um duro danado, mas um momento
de perfeição vale qualquer esforço. Um momento é o máximo que se pode
esperar da perfeição. (Fight Club).
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postado: segunda-feira, 6 de junho de 2011
título: Prólogo
- Doutor, dizem que o que tenho não tem cura, que não consigo distinguir o real do abstrato, sequer sei se o senhor é real.
- Não me achas real Henrry?
- Este não é o ponto Doutor. Sei qual é seu propósito, confio no senhor, se é que posso tratar com toda essa informalidade?
- Sim, deve, afinal somos amigos, não somos?
- Prefiro acreditar que sim. O senhor deve estar acostumado a tais investigações, mas adianto-lhe que deve ser o mais cauteloso possível, não se envolva com a minha história, na maioria das vezes sequer eu acredito nela, logo não sei quando estou a dizer a verdade acerca de um fato ou quando estou mentindo. Aviso-lhe também que costumo tornar minha às memórias de outras pessoas, tente não me revelar nada sobre sua vida pessoal, seus interesses, ambições...
- Caro Henrry, informo-lhe que estou habituado com estes protocolos, pois sou psiquiatra.
- Entendo, pois também sou psiquiatra.
- Vamos iniciar com algo simples, me relate como foi seu dia hoje.
- Bem, hoje eu acordei antes do nascer do sol, como de costume, incrível como no outono o humor é triste, não digo do meu apenas, tenho por base aquele esquilo que vaga em busca de comida, posso ver em seus olhos um pedido de socorro, não estou bem certo se posso ajudá-lo, talvez isso aconteça por que deveras deva acontecer.
Não digo isso pensando em um propósito, na realidade nunca entendi toda esta coisa toda de propósito, que algo aconteceu ou irá acontecer por algum motivo. Um amigo meu até brincou uma vez que isto nada mais era que a 3° Lei de Newton aplicada ao destino, toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário”, na percepção dele tudo seriam forças opostas, mas acho isso pouco provável, afinal o que aquele esquilo fez de tão grave para eu não ajudá-lo?
Desculpe o devaneio. Continuando, sai para fazer exercícios, geralmente corro pela manhã, acredito que o ar umedecido pelo vapor do orvalho é uma das maravilhas naturais mais significantes das quais o ser humano fora possibilitado de desfrutar, entretanto nesta manhã não me senti disposto para correr. Iniciei o alongamento e passei então a executar o Baduanjin chinês.
Ao retornar para o refeitório tomei o desjejum acompanhado de 27 comprimidos, sincrético isto não, se o que tenho não tem cura, qual seria o objetivo de ingerir algum medicamento?
Depois de terminado o desjejum fui informado que receberia visita, arrumei todo o quarto como o senhor pode ver, desculpe pela monocromia em branco, sabe né normas são normas.
Após terminar de arrumar o quarto fiquei imaginando como poderia enganar o senhor, estive e estou na dúvida se conseguirei fazer isso ou serei forçado a matá-lo. Às vezes é muito complexo implantar uma idéia em alguém, tudo se apresenta como uma variante, o tom da voz, o relaxamento dos ombros, a confiança que se passa pela respiração, o movimento labial, a posição das mãos e principalmente o olhar. Geralmente consigo implantar uma idéia sem maiores problemas, logicamente que uma idéia simples induz em um trabalho simples, uma idéia complexa pode levar anos para ser maturada, quem sabe mesmo antes de eu estar preso aqui já havia planejado esta nossa conversa, bem como a forma que o senhor iria me tirar daqui? Nada mal para quem consegue prever vinte movimentos à frente, não?
Aliás, o senhor joga xadrez?
- Não muito bem.
- Que pena, é um jogo fascinante, não depende de sorte em nenhum momento do jogo, mas como toda regra tem uma exceção, o momento do sorteio de quem comandará as peças claras e por consequência fará o primeiro movimento pode ser tido como a única interferência da sorte neste jogo, que aliás também é tida como a única vantagem que um dos enxadristas pode ter sobre o outro que não àquela proveniente de sua própria técnica. O senhor já ouviu falar no número de Shannon?
- Sim, representa a grandeza da árvore de complexidade das possíveis jogadas legais executáveis no jogo.
- Magnífico, vejo que estou diante de um especialista.
- Certamente não, no máximo um entusiasta.
- Um entusiasta, como queira ser chamado, não negaria uma partida contra outro entusiasta?
- Tenho escolhas?
- Achas que sim?
- Penso que não.
- Para tornar nossa partida mais interessante, quanto o senhor estaria disposto a apostar em um jogo, Doutor? Ou melhor, o que o senhor tem para apostar neste jogo?
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postado: domingo, 5 de junho de 2011
título: “Segundos que antecedem o terceiro ato”.
Senti sua presença pouco antes do final do segundo ato, com certeza não era naquele momento, sequer naquele lugar que eu havia planejado “Le Grand Finale”. Seu beijo frívolo trazia letargia, suas unhas escarlates e fumegantes faziam-me lembrar que a dor não era apenas psicológica. O som intermitente do monitor cardíaco, ao fundo, trazia-me ao raso da consciência, imediatamente após a ausência daquela frequência mergulhava novamente em seus braços, a morfina tornava suas unhas mais curtas e obtusas, mas seu efeito era paliativo, o pulso estava baixo, já não distinguia a realidade de um mero devaneio.

Confesso que sinto fadiga, fraqueza, o tempo passa preguiçosamente, entretanto pessoas ao meu entorno correm, gritam umas com as outras, um ponto luminoso desloca-se de um lado para outro, meus olhos o seguem, a hemorragia baixa a pressão arterial, o coração desacelera, lentamente a lira de Orfeu começa a propiciar um estado de relaxamento indescritível, estado este interrompido por uma desfibrilação bifasica de 200 J.

Quando o holofote ascende e a cortina se abre, tenho que o terceiro ato deveras começou, estive muito próximo de não poder me apresentar em tão importante momento, pois é nele que a peça define-se, é o limiar entre o sucesso de critica e o fracasso de bilheteria, neste instante é que se define quão duradoura será a carreira do personagem e do ator.

Quanto à minha experiência de quase morte, bem este assunto fica para uma próxima vida.


Ps: apresse-se em me procurar, o faça antes de eu ter decidido meu caminho, também não decida o seu antecipadamente, senão novamente teremos perdido tempo. Caso eu não acredite em você, e provavelmente não vou, apenas me diga “a cada dez anos a sociedade muda seu curso, em que posição você irá estar na próxima década?”. Espero que até lá preserve estas qualidades que tanto admiro agora. Com amor (....).
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postado: terça-feira, 31 de maio de 2011
título: Arcade Fire

Arcade Fire é uma banda que nos proporciona ouvir vários instrumentos diferentes, com diferentes arranjos, em uma unica música.

A banda foi fundada em 2003 pelo casal Win Butler e Régine Chassagne, que se conheceu na Universidade McGill.
O estilo...? bom, o que falar dele... é completamente peculiar, singular, único...!
Cada musica possui características próprias, quando você ouve, já sabe que aquela musica é da banda, mas jamais você ira compara-lá a outra. Muitas das vezes, a musica começa de um jeito e termina de outro, nos proporcionando descobri-lá do inicio ao fim.
E é por essas e outras que o Arcade Fire se destaca, por não se prender a nada, por fazer de cada musica uma nova criação, tornando-as incansáveis!
Até hoje, a banda já lançou três álbuns: Funeral (2004), Neon Bible (2007) e o mais recente The Suburbs (2010). Esse ultimo que citei, serviu até de inspiração para um curta metragem “Scenes From the Suburbs”, que será lançado nos Estados Unidos no dia 27 de Junho deste ano!
Pra finalizar, gostaria de dizer que a banda só é o que é, por que seus integrantes levam muito a sério e ‘mergulham de cabeça’ em seus trabalhos, como fizeram no álbum “Neon Bible” onde gravaram a discografia em uma igreja, comprada por eles mesmos, pela melhor qualidade da acústica. Ou seja, os caras merecem um grande reconhecimento pelo seu talento e esforço!! Enfim, você só vai realmente entender tudo que eu falei depois que ouvir! (:

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